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Blog Gisele Oliveira



12/08/2010 06h42 - Atualizado em 12/08/2010 06h42

Panda gigante dá à luz gêmeos no Japão

Macho pesa 158 gramas; fêmea pesa 123 gramas.
Eles têm 19 minutos de diferença.

Do G1, com agências inernacionais*

Dois filhotes gêmeos da panda gigante Rauhin nasceram em um parque da província de Wakayama, centro do Japão, informaram nesta quinta-feira (12) seus tratadores.

Rauhin, de 10 anos, deu à luz na quarta-feira (11) um macho de 158 gramas e uma fêmea de 123 gramas, nascidos com 19 minutos de diferença, segundo o site do parque “Adventure World”.

Rauhin, de 10 anos, deu à luz na quarta-feira (11). Nasceram um macho de 158 gramas e uma fêmea de 123 gramas.
Rauhin, de 10 anos, deu à luz na quarta-feira (11). Nasceram um macho de 158 gramas e uma fêmea de 123 gramas. (Foto: World Adventure / Press Jiji / AFP Photo)

Ainda não foram escolhidos os nomes dos filhotes.

Os filhotes nasceram quase dois anos depois que Rauhin teve, no mesmo parque, seus primeiros gêmeos, Meihin e Eihin. Nos dois casos a panda gigante foi fertilizada por métodos naturais, segundo os responsáveis pelo parque.

Mamãe Rauhin segura um de seus filhotes.
Mamãe Rauhin segura um de seus filhotes. (Foto: World Adventure / Press Jiji / AFP Photo)

O parque realiza um programa de pesquisa e criação de pandas gigantes com a colaboração do Centro de Pesquisa de Reprodução do Panda Gigante de Chengdu (China).

Com o programa, as autoridades chinesas enviaram a Wakayama, há dez anos, a fêmea Meimei, que teve dez filhotes (entre eles Rauhin) na China e Japão antes de morrer em outubro de 2008, aos 14 anos, o equivalente a 50 anos humanos.

O panda gigante é um dos animais em maior perigo de extinção devido às dificuldades de reprodução, um problema causado pela perda de habitat e a pela endogamia.

Cientistas acreditam que cerca de mil de pandas gigantes vivam em liberdade, principalmente nas florestas das províncias chinesas de Sichuan, Shanxi e Gansu, e cerca de 290 estão em cativeiro em todo o mundo.

(*) Com informações das agências de notícias Efe e France Presse



Escrito por Gisele Oliveira às 08h26
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Uma mulher DOIDA... por bichos!

10/08/2010 11h08 - Atualizado em 10/08/2010 11h13

Mulher adota mais de 200 cães e gatos e vizinhos reclamam

Rosélia Aparecida cuida de 150 cães e 56 gatos em Ponta Grossa (PR).
'As pessoas dizem que sou louca, mas eu amo os bichos', diz.

Do G1, em São Paulo*

A dona de casa Rosélia Aparecida Elbl Vanat, de 46 anos, abriga em sua casa, em Ponta Grossa, no Paraná, 150 cães e 56 gatos. Os animais, segundo conta, são em geral vítimas de violência e abandono e foram "adotados" das ruas. O cuidado de Dona Rosélia com os bichos, no entanto, tem criado problemas com os vizinhos.
Rosélia Ponta Grossa cães e gatos
Dona Rosélia tem 150 cães e 56 gatos em casa (Foto: Henry Milléo/Gazeta do Povo/Futura Press)

“Tenho muitos cães e gatos idosos, com deficiências, cegos, atropelados, animais excluídos, que foram queimados e mutilados, por exemplo. Eu cuido deles e acho que estou fazendo um bem à sociedade”, diz Dona Rosélia ao G1.

Ela afirma que sempre teve cães e gatos em casa, mas desde 1999 recolhe animais abandonados e acabou virando referência na região. “Hoje, 30% dos animais que tenho peguei nas ruas. Os outros 70% foram jogados pelo meu muro. Tenho até placas pedindo para que parem de jogar, mas não adianta. Eles vêm de madrugada. Nunca tive animais que procriaram em casa porque todos aqui são castrados, mas já aconteceu de jogarem cadelas grávidas e elas acabam tendo filhotes aqui”, diz.

Mas a grande quantidade de animais adotados por Dona Rosélia incomoda os moradores da rua. De acordo com o Ministério Público, houve uma denúncia de vizinhos que reclamam do mau cheiro e do barulho dos cães e gatos, principalmente de madrugada. “Recebemos um abaixo-assinado com 19 assinaturas relatando que a situação estava insuportável. Estamos verificando a denúncia e buscando alternativas”, diz Carlos Fabiano Goulart, assessor jurídico do MP do Paraná, ao G1.

“As pessoas dizem que sou louca, mas eu amo os bichos. Passamos muita dificuldade aqui porque eles comem cinco sacos de 15kg de ração por dia, mas compensa. O que levamos dessa vida é a bondade que deixamos", diz a dona de casa.

Já sobre a insatisfação dos vizinhos, Dona Rosélia afirma que pretende encontrar uma solução. “Sou uma pessoa que não brigo com ninguém e não estou fazendo nada por mal, só estou fazendo pelos animais. Tivemos um anjo que não quer se identificar que cedeu um terreno, mas preciso de tempo para estruturar esse local e levar os animais."

(* Com informações da TV Paranaense)

 



Escrito por Gisele Oliveira às 16h25
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Gente, esse é um artigo escrito por mim, sob revisão de uma das minhas companheiras de luta, Andréa, para o site da Agência da Boa Notícia, uma ONG formada por jornalistas, e que divulga notícias e artigos diversos. Espero que gostem, e o site da ONG, para quem tiver curiosidade, é: www.boanoticia.org.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

APATA orienta sobre cuidados com cães e gatos

Uma gata pode gerar 80 filhotes em dois anos. Uma cadela pode chegar a ter 20 no mesmo período. Como nem todas as pessoas cuidam dos bichinhos, o resultado são animais abandonados nas ruas, sofrendo e ameaçando a saúde pública. Preocupada com o bem-estar de animais e seres humanos, a Associação Protetora dos Animais para Tratamento e Adoção (APATA) orienta sobre a castração adequada de cães e gatos.

A entidade, criada em Fortaleza em 2004, tem como responsáveis legais a psicóloga Flávia Pontes e a artista plástica Renata Holanda. Junto com um grupo de voluntários e filiados que chega a 30 pessoas, elas realizam ações educativas visando evitar maus-tratos aos animais, abrigam bichos abandonados, tratam e promovem feiras de adoção.

Flávia Pontes esclarece que a entidade não tem sede própria e os 228 animais assistidos, atualmente, estão abrigados nas casas dos próprios filiados e voluntários. A APATA vai à comunidade e usa a internet para divulgar e realizar seu trabalho.

Um tema que gera muitas dúvidas é o da castração de cães e gatos. “Assim é importante a informação a respeito de tal procedimento que, na verdade, traz muitos benefícios”, diz Flávia. Aqui, a APATA esclarece algumas questões sobre o assunto:

- Porque castrar?
Você sabia que uma gata não castrada pode procriar,em média, 80 filhotes em 02 anos, e uma cadela cerca de 20? Imagine o estrago, visto que são poucas as pessoas que gostam desses felinos, e, infelizmente, nem todo mundo tem condições de cuidar de toda a ninhada que sua gata ou cadela traz para casa. O que acontece se não tomarmos uma atitude é o que vemos o tempo todo: muitos bichinhos abandonados nas ruas, sofrendo maus tratos e sem a menor qualidade de saúde, podendo inclusive transmitir doenças aos seres humanos.

- Não há outras maneiras de evitar a procriação do meu bichinho?
Sim, há. Uma delas é isolando o animal em períodos de cio, o que é muito difícil de fazer, principalmente com gatos, já que muitos outros rondam nossas residências, podendo acabar com nosso objetivo. Há também a utilização de hormônios para evitar que os bichos queiram “namorar”, mas não é recomendável porque pode causar problemas no desenvolvimento, e podem trazer doenças como tumores, câncer e infecções uterinas graves.

- Qual o melhor período para castrar meu bichinho?
Os gatos devem ser castrados por volta dos seis meses, que é quando os testículos já desceram. As gatas, por volta dos quatro meses. Para os cachorros, o ideal é em torno dos seis meses. O ideal é que se faça o mais cedo possível para evitar a ação dos hormônios da puberdade no corpo do seu bichinho, ajudando assim a prevenir doenças advindas do aparelho reprodutor.

- O que acontece com o comportamento do meu animal depois que é castrado?
Os animais castrados antes da puberdade ficam mais calmos, dóceis, brincalhões, e sem necessidade de borrifar urina nos ambientes, pois já não é mais preciso marcar território. E como ficam mais caseiros, são evitadas também doenças, ferimentos obtidos em brigas, atropelamentos, além de agressões provocadas por humanos. (quando os mesmos fogem para procriar). Ah, diminuem também aqueles barulhos incômodos que os felinos emitem quando vão cruzar.

- Castrar meu animal faz ele engordar?
Sim, isso pode acontecer, mas não pelo simples fato da castração. Você pode sim ter um(a) animal não castrado e ele se tornar obeso se comer de tudo e a toda hora. A verdade é que os animais castrados tendem a ficar mais quietos e calmos, diminuindo assim a intensidade de atividades físicas. Mas isso pode ser evitado com o estímulo para que seu bichinho brinque mais, e também com uma dieta equilibrada.

- Como é a recuperação do meu bichinho após a cirurgia?
É uma recuperação tranqüila, que só vai exigir de você o cuidado com a higiene no local operado. O período de recuperação é de, no máximo, sete a 10 dias. Por experiência própria digo que, no caso das felinas, rapidinho elas voltam à sua vida normal, surpreendendo às expectativas.

- Porque algumas fêmeas continuam tendo cios após a cirurgia?
Isso acontece quando não são retirados os ovários, ou há a retirada parcial destes, pois eles continuarão a produzir os hormônios. E embora a fêmea não engravide, continua entrando no cio. O ideal é que todo o aparelho reprodutor seja retirado (útero e ovários), assim sua gata ou cadela estará melhor protegida contra infecções normalmente ocorridas nessas regiões.

- Há outros benefícios na castração?
Sim. A castração, além de tudo o que já foi explicado, ainda aumenta a expectativa de vida do seu animal, visto que diminui os riscos de tumores e/ou infecções no aparelho reprodutor, o que acabaria obrigando seu bichinho a ser operado em caráter de emergência, acarretando um maior risco ao animal. Não esqueça (de) que, para passar por qualquer procedimento cirúrgico, seu bichinho deve estar em bom estado de saúde, com a vermifugação e as vacinas em dia. Assim, se você não deseja filhotes, pense bem e tome a melhor atitude, pois a castração é a solução mais eficaz e, afirmamos novamente, não é cruel com o seu bichinho!
Lembre-se sempre que nos abrigos municipais e nas Associações de Proteção Animal existem muitos animais abandonados, precisando de um lar. Adotar é um ato de amor.

Com informações da Associação Protetora dos Animais para Tratamento e Adoção – APATA - (apatace@hotmail.com) sistematizadas pelas voluntárias: Andréa Carvalho e Gisele Oliveira de Sousa a partir dos sites: http://www.becodosgatos.com.br (página desenvolvida por Rejane S.B. Melki, médica veterinária. CRMV-5: 4770) e http://www.animaisdecompanhia.com.br (Paula Diniz Galera, doutora em Cirurgia Veterinária, professora da Universidade de Brasília).

Contato: Flávia Pontes, da APATA-CE – (fone: 85 9981.5766)
 
Fonte: Agência da Boa Notícia - (fone: 3224 5509) - Jornalista Responsável: Carmina Dias 00629JP


Escrito por Gisele Oliveira às 08h20
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