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Blog Gisele Oliveira



Eu e Polly no Cão em Quadrinhos

Gente, Cão em Quadrinhos é um site onde duas meninas(Ana Carolina e Manoela Trava Dutra) mostram o trabalho que fazem com fotografias de animais. Mas não é só isso, elas tb trabalham a favor da conscientização e divulgação sobre temas importantes para o bem estar dos animais. E no meio de tantos assuntos, elas publicam histórias de animais e seus donos. Eu não podia deixar meus filhotes de fora, então comecei pela novata Polly. Em breve enviarei a história dos demais. Vejam o que vcs acharam. Eu sou suspeita! eheheheh.

LINK: http://www.caoemquadrinhos.com.br/site/blog/

Vida de Cão: Polly

A Polly é uma Pug que foi encontrada na rua totalmente maltratada, com várias doenças, inclusive Erliquiose. Uma alma bondosa encontrou ela e levou a mocinha para a clínica, onde ficou sendo tratada para ser disponibilizada para adoção. Mas o tempo foi passando, a Pug foi ficando saudável, e ninguém se prontificava a levar a moça para casa. Sabendo que sou protetora ativa da causa animal, as veterinárias pediram que eu tirasse fotos da Pug e divulgasse para adoção. Foi quando tiramos essa primeira foto. Agora olhem bem para essa carinha e me digam… Tem como resistir?

Bem, eu fiquei enlouquecida pela Pug durante 3 dias, até convencer meu marido a ir buscar ela. Porque eu demorei isso tudo? Porque já tenho 8 gatos, e uma delas está grávida de 3 filhotes, e tenho tb um cachorro vira lata de grande porte (fico devendo a história dele). Moro em um apartamento grande, mas é apartamento. E a Pug já está com mais de 10 anos, ainda está tratando a pele, a Erliquiose, o olho dela não lacrimeja mais e por isso necessitará de medicamento diariamente, até o fim da vida dela, e ainda está com uma displazia na perninha, algo que certamente pode piorar devido o excesso de peso da criança, que está com 9kg. Mas quando eu lembrava daquela carinha… E além do mais divulguei na internet e ninguém se manifestou. Me partia o coração imaginar que aquela criatura poderia passar o resto da vida trancada em uma jaulinha.
Levamos então a Pug para casa, acertados de que caso alguém se manifestasse querendo ela, eu daria. E apareceram. Apareceram muitíssimos pretendentes, mas sempre que eu contava as condições dela, desistiam. E com o passar dos dias, como era de se esperar, eu fui me apaixonando por aquela criaturinha.

Não tem como não se apaixonar, gente. Além de todas as características que a raça possui: Tranquilidade, silêncio, quietude, companheirismo, etc., eu experimentava o prazer de ver um serzinho que nunca implicou com meus gatos, não deu cartaz para o cachorro, e só queria muito, muito amor. Ela se mostrou perfeita desde o início, como se quisesse mostrar que não precisava sair do meu lado.
As pessoas que olham para a Polly (nome dado a ela quando estava na clínica, e eu não quis mudar), acreditam que ela foi comprada, e levam um susto quando digo que estava abandonada na rua (faço questão de dizer). Sim, abandonada mesmo, pois se tivesse se perdido, com certeza teríamos ouvido falar em pedidos de ajuda para encontrar uma Pug, coisa que nunca aconteceu.

E eu resolvi ficar mesmo com a Polly, meu amorzinho que ronca ao pé da minha cama, que sacode o rabinho (enrolado feito embuá) toda vez que me vê, que entorta a cabeça quando chamo seu nome, que pula em cima de mim quando chego da rua (ultrapassando os limites que seu corpinho gorducho impõe), e que fica tão triste toda manhã quando sabe que vou me ausentar o dia inteiro.
E eu fico pensando… Quem teve a audácia, coragem de abandonar essa criatura? Certamente alguém que a comprou por puro status, deixou ela se criando sozinha, e quando começou a sentir o peso de um animal doente, descartou do mesmo modo (ou pior) como a gente faz com um celular velho. Dessa pessoa e de todas as outras que tem ainda o coração tão pobre a ponto de não reconhecer o amor que há em uma VIDA, eu tenho pena! E rezo a Deus que todos esses bichinhos tenham a sorte que a Polly teve. Não é porque é de raça, pois se fosse ela não estaria comigo, teria sido adotada por uma das tantas pessoas que desistiram ao saber da dedicação exigida a ela, caso a levassem.
Amor não tem raça, não tem cor, não tem espécie. Amor é amor. Eu sempre digo: A gente não escolhe a quem amar, a gente simplesmente ama! E eu amo a minha Polly.
* Essa história foi escrita e cedida por Gisele Oliveira.
** Conte você também a sua história com seu mascote, escreva para: contato@caoemquadrinhos.com.br junto com uma foto do seu pet.


Escrito por Gisele Oliveira às 10h13
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